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Evolução no Yoga para quem começa!

Conteúdo de Yoga | 5 abr 2021 | Lucas De Nardi


Evolução no Yoga para quem começa!

Uma das coisas mais fascinantes no treinamento do ciclismo é o fato de que pessoas com níveis distintos, segundo pesquisas com até 30% de diferença, podem treinar juntos e mesmo assim será interessante e desafiador para ambos. 💪💪💪

Isso é possível porque os mais lentos poderão entrar no vácuo dos atletas mais velozes. Ou seja, aquele que está na frente quebra a resistência do ar, diminuindo a quantidade de esforço daquele que está atrás. 

Esse efeito do ciclismo torna os treinamentos em grupo mais acessíveis aos diferentes tipos de praticantes. 👫👬👭

Na prática de Yoga em grupos podemos ver o mesmo efeito acontecendo!

Teoricamente, quando algum aluno iniciante passa a frequentar uma aula onde a maior parte dos praticantes é mais experiente, pensamos que a aula perderá profundidade e os veteranos terão que retornar ao básico, o que estancaria sua evolução. 

Na prática, as coisas não funcionam bem assim. Afinal, o básico do Yoga poderá produzir evolução independentemente do nível em que o aluno se encontra. 🙌🙌🙌

O melhor exemplo disso é a técnica essencial do Yoga: a meditação. 

Ao praticar meditação, o mesmo exercício produzirá diferentes níveis de percepção interna em cada aluno. 

Isso porque muitas vezes na prática do Yoga, a experiência interna é o resultado mais importante. E ele independe do meio externo. 💆💆💆

Para o iniciante, no entanto, o grupo pode ter uma enorme influência em sua evolução. 

É como se o aluno novo entrasse no “vácuo” dos colegas mais experientes. De certa forma, a presença de praticantes antigos irá facilitar a evolução de quem está começando. 🌀🌀🌀

Colocando de uma forma prática, pense em qual situação seria mais fácil propícia para evoluir na meditação: numa aula na qual os alunos estão aprendendo a respirar e não encontraram quietude corporal suficiente para permanecerem imóveis durante o exercício ou aquela na qual o grupo permanece em absoluto silêncio durante todo exercício?

Percebeu a diferença? 😉😉😉

Portanto, praticar Yoga com turmas de alunos mais experientes pode ser uma plataforma eficaz para a evolução interna. 🚀🚀🚀

No entanto, existe um ponto essencial neste processo: a maneira como se orienta a aula mista, na qual diferentes níveis de praticantes se encontram. 

Quem conduz a aula precisa construir aulas que possam tocar esses dois mundos: aqueles que estão descobrindo o Yoga agora e aqueles que já experimentam seus resultados há algum tempo. ✅✅✅

Nessa semana, o episódio da série Professor de Yoga – Bases do Ensino, aborda justamente esse momento em que alunos que se encontram em diferentes momentos do caminho do Yoga se encontram numa classe.

Se você ainda não está inscrito na nossa série, clique aqui.

Mais uma vez, estamos propondo uma construção pessoal baseada na sua experiência e nas coisas que poderão servir para todos os alunos, independentemente do tempo de prática de cada um.

Sabendo como lidar com essa situação, que é mais corriqueira do que se imagina, todos saíram de suas aulas com experiências profundas, independentemente do nível de cada aluno. 

De quebra, ainda existem grandes chances de seus alunos novatos pegarem o vácuo da turma e evoluir através da participação de aulas com praticantes mais experientes.

Para ler mais sobre a série Professor de Yoga – Bases do Ensino, clique aqui.

Esperamos que você goste e aplique essas dicas em suas aulas! 

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